"Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós. Porém, se não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas" (Mateus 6:14-15).
A palavra perdão acabou sendo diluída na nossa sociedade. Com frequência, não quer dizer mais que: "Desta vez, vou deixar passar. Não quero que isso me incomode, mas não faça de novo". Geralmente, é o equivalente verbal de um dar de ombros. Mas, na realidade, é uma palavra que transborda de vitalidade. Condenar não passa de uma resposta em reação a uma ofensa. Fechar os olhos é simplesmente preguiça; é evitar as dificuldades em lidar com o que está errado. Mas perdoar é um ato imensamente criativo que molda tanto a pessoa que perdoa como a pessoa que é perdoada.
O perdão verdadeiro é obra de um artista que usa as ferramentas do Espírito em uma interação habilidosa e disciplinada com a dor que foi infligida. Quando fazemos esse tipo de trabalho, refletimos o trabalho criativo que Deus fez na criação, dando forma ao que é informe e beleza ao caos.''
(Eliene Sousa)
Nenhum comentário:
Postar um comentário