''O altar do coração, vai além da aparência. Muitas vezes, corremos o risco de transformar nossa fé em uma engrenagem automática. Cantamos sem sentir, falamos sem viver e servimos sem amar. Mas o Reino de Deus não sobrevive de aparências; ele floresce na verdade. O louvor mecânico é aquele que sai dos lábios, mas não do coração. A pregação sem Cruz é aquela que busca o entretenimento, mas foge do sacrifício. Quando o serviço perde o zelo, ele se torna um peso, e não uma oferta. Precisamos voltar à essência: onde o "fazer" nunca é maior do que o "ser".''
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