''Quando se normaliza e naturaliza a injustiça, isso está dizendo mais sobre si mesmo, do que sobre quem comete, e quem pratica a injustiça.
O injusto é por natureza, por índole, por essência, por caráter (ou falta dele), injusto. E quem aceita passivamente a injustiça, desnuda-se sem perceber, porque na verdade, apoia e aplaude, o que está em seu ser.
Por isso, não há como estar em Cristo, e praticar a injustiça.
Não há como se dizer filho, ou servo dO Deus que é a Própria Justiça, e abraçar, afagar e viver a injustiça.
Ninguém serve a dois senhores (Mateus 6:24).
De uma mesma fonte, não jorra água doce e salgada (Tiago 3:11-12).
Ninguém pode ser luz e trevas (João 1:5).
Por isso, ou serves a Deus, ou ao diabo; mas aos dois não consegues. O muro já tem seu dono, que é o mesmo; o pai da mentira, o dono da porta larga, do caminho espaçoso e senhor da iniquidade, do reino das trevas.
Em suma, a luz brilha nas trevas, mas não coexiste com elas na mesma essência, indicando que uma pessoa precisa escolher qual caminho seguir.
Os injustos não herdarão O Reino de Deus (1 Coríntios 6:9).
(Eliene Sousa)
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