''Todo justo, em sua própria justiça, reage se defendendo quando se sente vítima de uma denúncia que considera inaceitável. Jesus não se defendeu quando foi acusado. Jamais abriu a sua boca no tribunal. Ele dependia da justiça do seu Pai, por isso mesmo depositava toda a sua confiança naquele que o justificava. Veja a linguagem do servo sofredor narrada pelo profeta: “Perto está o que me justifica; quem contenderá comigo? Apresentemo-nos juntamente; quem é o meu adversário? Chegue-se para mim.” (Isaías 50:08). A defesa do justificado é a justiça de Deus e nunca a sua alegação pessoal. Aquele que conhece o Deus que o justifica não precisa se justificar. Jó se defendia porque não conhecia realmente o seu Deus e se apoiava na sua própria justiça. A benção de Deus não é fruto da minha submissão, mas a minha submissão genuína será sempre um efeito da benção de Deus. Deus te justifique!''
(extraído do livro “O crime da letra” de Glenio Fonseca Paranaguá).
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