domingo, 20 de janeiro de 2019

''Todo justo, em sua própria justiça, reage se defendendo quando se sente vítima de uma denúncia que considera inaceitável. Jesus não se defendeu quando foi acusado. Jamais abriu a sua boca no tribunal. Ele dependia da justiça do seu Pai, por isso mesmo depositava toda a sua confiança naquele que o justificava. Veja a linguagem do servo sofredor narrada pelo profeta: “Perto está o que me justifica; quem contenderá comigo? Apresentemo-nos juntamente; quem é o meu adversário? Chegue-se para mim.” (Isaías 50:08). A defesa do justificado é a justiça de Deus e nunca a sua alegação pessoal. Aquele que conhece o Deus que o justifica não precisa se justificar. Jó se defendia porque não conhecia realmente o seu Deus e se apoiava na sua própria justiça. A benção de Deus não é fruto da minha submissão, mas a minha submissão genuína será sempre um efeito da benção de Deus. Deus te justifique!''
(extraído do livro “O crime da letra” de Glenio Fonseca Paranaguá).

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